quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

COLOMBO SÓ DESCOBRIU A AMÉRICA PORQUE ERA SOLTEIRO!

 Se Cristovão Colombo fosse casado, seria obrigado a ouvir coisas assim e teria desistido:

- E por que é tens que ir?
- E por que é que não mandam outro?
- Estás doido ou és idiota?
- Não conheces nem a minha família e queres ir descobrir o novo mundo!
- E só há homens nessa viagem? Achas que eu sou parva?
- E por que  é que eu não posso ir, se tu és o chefe?
- Desgraçado, não sabes o que inventar mais para sair de casa!
- Se cruzares esta porta eu vou-me embora para a casa da minha mãe. Miserável!
- Quem é a Pinta? E quem é essa tal Nina?
- Tinhas tudo planeado, maldito! Vais mas é encontrar-te com umas galdérias!...
- Pensas que me enganas?
- A rainha Isabel vai vender as suas jóias para tu viajares? Achas que eu sou maluca ou o quê? O que é que tens com essa cabra velha?
- Não vais a lugar nenhum! Vais é cair num barranco porque o mundo é achatado, seu idiota!!!!!!!!

Foi-me enviado pelo grande amigo Jorge Teixeira (aka Ferrari)

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Não falando de futebol...

ricardo - http://umtaldeblog.blogspot.com diz:
ok, vamos falar de gajas e dps dos carros. por esta ordem pf
Rock Santeiro diz:
só de gajas, que de carros percebo pouco
e também não falo do que não sei
ricardo - http://umtaldeblog.blogspot.com diz:
é cm, eu. por acaso é uma cena interessante, as gajas acham sempre que nós percebemos de carros
Rock Santeiro diz:
é o lado material delas a falar mais alto
ricardo - http://umtaldeblog.blogspot.com diz:
mas nós temos um pénis, n tenhos uma chave de fendas, foda-se
Rock Santeiro diz:
mas não por uma questão de posse. é mesmo material: mudança de óleo, alavanca de velocidade, bancos reclináveis e capacidade de combustão.

terça-feira, 25 de Agosto de 2009

Discriminações


A prova de que sou um gajo que não discrimino ninguém é que comia qualquer uma destas lésbicas. Ou ambas, se tivesse que provar que também não considero as pessoas como números.

quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Ver a coisa pela positiva

Há uns tempos que não jantava com ela. Sempre houve uma latência, que em tempos chegou a resultar em alguma sexualidade estilo a que Clinton negou como tal. Mas perdurou sempre a amizade cúmplice típica dessas coisas. E estava particularmente atraente: um belo decote, perfumada... A conversa teve algum picante. E especiarias. E memórias das que normalmente enternecem e abrem tanto as oportunidades como as pernas. Ambos ameaçámos mas nenhum avançou. Podia ter sido uma bela noite de sexo. Acabei sozinho, a sorrir, a caminho de casa. Tentei justificar-me com raciocínios que pudessem fazer-me entender porque não nos fodemos como queríamos. Não encontrei razão, mas senti aquela coisa de olhar sempre pelo lado positivo da vida: já me podia peidar à vontade, sem vergonha do cheiro e do barulho.

segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Berlusconas...

... é o epíteto das gajas que, de alguma forma, contam com o apoio e carinho de Berlusconi.

quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Uma questão de lógica















(enviada pelo nosso amigo Joe The Ferrari)

Sexo à primeira vista

Só os solavancos da Civilização se fazem notar. Pequenos choques sociais, mudanças aparentemente radicais, mas que mais não foram que movimentos estruturais de conjugação entre o desejo individual e a mentalidade geral.
Por isso, não dou mais de 50 anos para que se passe do tradicional amor à primeira vista para o sexo à primeira vista. E sem perder romantismo!

terça-feira, 19 de Maio de 2009

Sinceridade, precisa-se

Sejamos sérios. Aos 13 anos, quando começamos a sentir comichões em partes do corpo até então estranhas, o simples facto de pensar numa mulher mais velha serve para provocar reacções físicas. É assim, é a lei da natureza. O instinto - sim, somos animais - leva-nos a procurar as fêmeas que consideramos ter os melhores atributos para procriar, para assegurar a continuidade da espécie. E, aos 13 anos, a generalidade das jovens ainda não possui tais características.

Por isso, não é de estranhar que os alunos da escola de Espinho gostassem tanto de uma professora de História, bem mais velha - que falava de sonhos molhados, orgias e hímenes rebentados. E quem nunca teve um fetiche com uma professora que atire a primeira pedra.

Ah, no meu tempo, em História, aprendíamos o feudalismo em França no século XIV.

Haja coerência II

A distribuição gratuita de preservativos nas escolas só peca por tardia. Se fosse no meu tempo, teria poupado muito dinheiro para gastar em álcool, drogas, cigarros e festas.